Lionel Messi alcançou em 2026 um marco que reforça a dimensão de sua trajetória dentro e fora dos gramados. O camisa 10 do Inter Miami passou a integrar o seleto grupo de atletas com patrimônio estimado
em mais de 1 bilhão de dólares, segundo levantamento recente de veículos especializados em finanças esportivas. Dessa forma, entre jogadores de futebol, o argentino figura como o segundo atleta bilionário da história, ao lado de Cristiano Ronaldo.
Esse salto patrimonial resulta de uma combinação de salários elevados, bônus por desempenho, contratos de patrocínio e investimentos em diferentes setores. Desde os tempos de Barcelona até a passagem pelo Paris Saint-Germain e a atual fase na Major League Soccer, Messi acumulou receitas que, somadas, superam a casa das centenas de milhões de dólares. Ademais, a gestão estruturada de sua carreira comercial também passou a ter papel central nesse processo.
Como Lionel Messi se tornou jogador de futebol bilionário?
O status de jogador de futebol bilionário não é alcançado apenas com o que entra na conta ao fim de cada temporada. No caso de Lionel Messi, os relatórios financeiros indicam que mais de 700 milhões de dólares foram obtidos desde 2007 em salários e prêmios por metas esportivas. Além disso, a esse montante somam-se ganhos com publicidade, direitos de imagem e parcerias de longo prazo com grandes marcas globais, já descontados impostos e taxas.
Nos últimos anos, o argentino passou a adotar uma estratégia de diversificação de receitas. O contrato com o Inter Miami inclui participação em receitas comerciais da liga, acordos especiais com plataformas de streaming e exposição em mercados onde o futebol ainda busca expansão. Em paralelo, o jogador intensificou acordos com empresas dos segmentos de vestuário esportivo, tecnologia e bebidas, consolidando o próprio nome como ativo comercial.
Quais são os principais investimentos de Lionel Messi fora do futebol?
Para além do gramado, Lionel Messi direcionou parte de sua fortuna para o mercado imobiliário, para a gastronomia e para a gestão esportiva. Portanto, esses investimentos ajudam a explicar como um jogador de futebol atinge o status de bilionário de forma sustentável. Isso mesmo com a perspectiva de aposentadoria dos campos em um futuro não tão distante.
Entre os principais movimentos estão:
- Empreendimentos imobiliários: compra e reforma de prédios comerciais em cidades estratégicas, com foco em locação para empresas do setor financeiro e de serviços.
- Rede de restaurantes: participação em negócios gastronômicos na Argentina e em outros países, aproveitando o apelo da marca pessoal.
- Gestão de clube: aquisição do controle do UE Cornellà, equipe da 3ª divisão espanhola, com foco na formação de jovens atletas.
No caso do UE Cornellà, o projeto prevê investimento em infraestrutura, categorias de base e estrutura administrativa. Assim, a ideia central é valorizar o clube esportiva e financeiramente. Ou seja, aumentando o potencial de revenda de jogadores e criando uma fonte adicional de receita a médio e longo prazo.
Messi bilionário: qual é o impacto no mercado esportivo global?
O fato de Lionel Messi se tornar bilionário reforça uma tendência que já se observa com outros grandes nomes do esporte. Ou seja, o atleta passa a ser tratado como uma plataforma de negócios. Assim como Cristiano Ronaldo no futebol e Michael Jordan na NBA, o argentino ilustra como a combinação entre marketing, presença digital e investimentos pode multiplicar o valor gerado pela carreira.
No mercado esportivo global, esse movimento produz uma série de efeitos:
- Valorização de ligas emergentes: a presença de um jogador de futebol bilionário na MLS eleva o interesse de patrocinadores e emissoras na liga norte-americana.
- Fortalecimento das academias de base: a entrada de capital em clubes menores, como o UE Cornellà, amplia a capacidade de formação de talentos.
- Expansão de parcerias comerciais: marcas globais passam a desenhar contratos que envolvem participação em lucros, royalties e ações, e não apenas cachês fixos.
O caso Messi também reforça a disputa simbólica entre ele e Cristiano Ronaldo além do campo. Ambos compartilham recordes esportivos e agora dividem o grupo dos atletas bilionários, ao lado de nomes como Michael Jordan, Magic Johnson, Tiger Woods e LeBron James. Ainda assim, cada trajetória financeira segue um modelo próprio, marcado por características de mercado, momento da carreira e escolha de investimentos.
O que o futuro reserva para o patrimônio de Lionel Messi?
Com 38 anos e em reta final de carreira profissional, Lionel Messi tende a deslocar progressivamente o foco dos gramados para os negócios. A manutenção do status de jogador de futebol bilionário passa a depender menos de contratos salariais e mais do desempenho de seus investimentos, da solidez de seus empreendimentos e da permanência de sua imagem como referência global do futebol.
A tendência é que novas frentes sejam exploradas, como expansão de franquias ligadas ao seu nome, possíveis projetos em educação esportiva e maior presença em clubes como gestor ou acionista. A experiência já acumulada no mercado imobiliário e no comando de equipe da 3ª divisão espanhola indica um caminho de transição gradual de atleta a empresário esportivo, com impacto direto no futuro do patrimônio construído ao longo de quase duas décadas no topo do futebol mundial.
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