Flávia Saraiva está preparando uma série nova de solo. Bronze no aparelho no Mundial de 2023, a ginasta é conhecida pela sua expressividade nas coreografias.
Após usar música francesa nos Jogos Olímpicos Paris-2024, a ginastas deve voltar a competir usando um sucesso nacional. Nesta semana, a atleta foi vista treinando a sua nova apresentação no Troféu Brasil de Ginástica Artística ao som de "Asa Branca" de Luiz Gonzaga.
Nos Jogos Olímpicos Paris-2024, Flávia Saraiva preparou um solo no ritmo do "Can Can" francês. A coreografia complexa, mas muito bem executada fez sucesso na Olimpíada. Mas a ginasta preferiu deixá-la na capital francesa. Em entrevista ao OTD no ano passado, Flávia já tinha indicado que não queria continuar com a música "chega de Can Can", brincou a ginasta na época.
Em 2025, Flávia Saraiva competiu no solo apenas na qualificação do Campeonato Mundial. Sem uma nova coreografia pronta, ela voltou a fazer a rotina que lhe deu a medalha de bronze no Mundial de 2023. Aquela coreografia era um medley de clássicos da MPB e da bossa nova, incluindo "Garota de Ipanema", "Aquarela do Brasil" e "Canto das Três Raças". E se usar músicas nacionais deu certo em 2023, por que não repetir a fórmula para o Mundial deste ano?
Flavinha ao som de Gonzagão
Nesta semana, Flávia Saraiva fará sua primeira competição do ano. Ela vai vestir as cores do Flamengo no Troféu Brasil de Ginástica Artística em Natal-RN. A medalhista olímpica está inscrita apenas na trave. Mas ela foi vista treinando no solo no Ginásio Nélio Dias. E vídeos que circulam nas redes sociais mostram a ginasta passando sua coreografia nova, ao som de uma versão instrumental de "Asa Branca", grande sucesso de Luiz Gonzaga.
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Além de ter bons resultados utilizando música brasileira, a escolha de Asa Branca também tem um lado pessoal para a ginasta. A família do pai de Flávia Saraiva é de Exu, Pernambuco, terra natal de Luiz Gonzaga.











