Depois de completar a travessia do Canal da Mancha e estabelecer o novo recorde sul-americano da prova, Ana Marcela Cunha celebrou o feito alcançado nesta
quarta-feira (22). A campeã olímpica de Tóquio 2020 descreveu a experiência como um momento de superação e satisfação pessoal, destacando a tranquilidade com que conduziu os cerca de 37 quilômetros entre Inglaterra e França.
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Segundo a nadadora, a experiência adquirida ao longo da carreira em provas de longa distância foi determinante para manter o controle durante todo o percurso, mesmo diante das condições do mar.
"Foi um momento de curtição, sabe? Independentemente das ondas e das três caravelas que encontrei pelo caminho, nada me prejudicou, foram encontros tranquilos. Eu já tinha experiência em provas longas, e isso me deu muita tranquilidade para conhecer o mar, saber para onde estava indo e sentir a correnteza. Todos os profissionais que estavam no barco também me passaram essa confiança", explicou Ana Marcela.
Desafio cumprido
A travessia do Canal da Mancha era um dos principais objetivos da temporada de Ana Marcela após o ciclo olímpico de Paris 2024. O desafio é considerado um dos mais tradicionais da natação em águas abertas, reunindo obstáculos como correntes marítimas, mudanças de maré, baixa temperatura da água e intenso tráfego de embarcações.
"Só fui indo. Em alguns momentos acelerei um pouco o ciclo de braçadas para manter um pace confortável e bom. Estou cansada, mas feliz e realizada", contou a nadadora.
A brasileira completou o percurso em 8h25min29s, estabelecendo a melhor marca sul-americana da história, entre homens e mulheres.
Assim. No entanto. Contudo. Porém. Entretanto











