Neste sábado, 13, o Brasil estreia na Copa do Mundo 2026. O jogo será contra o Marrocos e a nutricionista Lara Natacci, colunista de VEJA SAÚDE, já preparou
uma receita típica da região do Magrebe para saborear enquanto torce pelo hexa. Trata-de do cuscuz marroquino!
"Essa receita vai ficar rica em fibras, leve, com uma boa quantidade de proteína também, ótimo para quem quer uma refeição bem equilibrada", descreve Natacci.
Saiba como preparar o cuscuz marroquino e acompanhe a VEJA SAÚDE para fazer também as receitas do Haiti e da Escócia, nossos próximos adversários na Copa.
Receita de cuscuz marroquino, por Lara Natacci
Ingredientes
- 300 ml de água
- sal
- pimenta-do-reino
- lemon pepper
- azeite
- 200 gramas de farinha de milho em flocos
- 1/2 abobrinha
- 1/2 cenoura
- 150 gramas de grão-de-bico cozido (1 xícara)
Modo de preparo
1. Coloque 300 ml de água em uma panela com pitadas de sal, pimenta-do-reino e lemon pepper. Adicione azeite. Deixe ferver.
2. Enquanto isso, rale a abobrinha e a cenoura.
3. Quando a água estiver fervida, adicione a farinha de milho à panela e misture. Coloque também os vegetais ralados. Misture.
4. Ajuste a quantidade de água e o tempero conforme o necessário.
5. Adicione o grão-de-bico cozido e misture.
6. Está pronto para servir!
Rendimento: 6 porções.
História do cuscuz marroquino
Típico da região do Magrebe, no norte da África, o cuscuz é muito consumido no Marrocos, na Argélia, na Tunísia e na Mauritânia.
Achados arqueológicos de utensílios usados para o preparo do prato datam de séculos antes de Cristo e a sua criação é creditada ao povo bérbere.
As primeiras menções escritas ao cuscuz, porém, são do século 13 e foram encontradas na Península Ibérica, que foi governada por povos islâmicos entre os séculos 8 e 15.
O prato é servido em celebrações especiais, como casamentos, festas e até em cerimônias de adoração.
Nos países africanos, a base da receita é a semolina do trigo. Por aqui, usa-se mais a farinha de milho.
Em 2020, o cuscuz foi declarado Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade pela Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
“O cuscuz é muito mais que um prato, são momentos, memórias, tradições, gestos que se transmitem de geração em geração”, argumentou o comitê responsável.

















