A Honda anunciou oficialmente o lançamento da nova Honda Biz 2027, trazendo uma atualização muito aguardada para aumentar a segurança dos motociclistas contra a perda repentina de pressão nos pneus. O
modelo da marca, que se consolidou fortemente como o segundo veículo de duas rodas mais emplacado de todo o mercado brasileiro, recebeu modificações técnicas pontuais na sua linha de montagem. O principal destaque da motocicleta para a temporada é a introdução de rodas de liga leve equipadas com pneus sem câmara de ar, conhecidos pela tecnologia tubeless, diretamente na versão de entrada do veículo. Esse importante item de proteção era anteriormente exclusivo da opção topo de linha, mas passa a integrar o pacote básico de fábrica para facilitar o reparo rápido, otimizar a manutenção diária e evitar acidentes graves em caso de furos na pista.
O veículo de duas rodas chega oficialmente à rede de concessionárias autorizadas a partir do mês de junho (junho) em duas configurações distintas para os compradores. A versão de entrada do modelo foi batizada de Biz 125 ES e tem o preço sugerido inicial fixado em 13.505 reais, sem contabilizar o valor do frete cobrado pela distribuidora. Por sua vez, a opção topo de linha foi nomeada como Honda Biz 125 EX e chega ao mercado custando 16.849 reais, destacando-se visualmente por trazer um nível de acabamento superior na carenagem, conjunto óptico moderno em LED, painel digital blackout e duas opções de cores inéditas em seu portfólio, que são o azul-escuro perolizado e o cinza-perolizado. Ambas as versões oferecidas no país contam com uma garantia de fábrica de três anos sem limite de quilometragem rodada, além de óleo gratuito garantido em sete revisões programadas a partir do terceiro atendimento técnico.
A motorização da motocicleta compacta segue sem alterações estruturais pesadas na nova linha, mantendo o consagrado motor monocilíndrico de 123,9 cm³ de capacidade cúbica. Esse propulsor confiável entrega a potência máxima de 9,53 cv e um torque de 1,03 kgfm para os deslocamentos urbanos. O câmbio utilizado é o tradicional sistema semiautomático de quatro marchas, cujas trocas de velocidade não exigem o acionamento manual da embreagem por parte do piloto. O portal de notícias automotivas Jornal do Carro do Estadão lembra que a tecnologia flex, que aceita tanto gasolina quanto etanol em qualquer proporção no tanque, segue exclusiva da versão mais cara. Curiosamente, o setor automotivo regional coleciona marcos importantes em sua trajetória histórica de produção, a exemplo do que ocorreu com a fabricante francesa Citroën, cuja designação C4 deu início a um dos períodos de maior prestígio e sucesso da montadora no mercado vizinho da Argentina no ano de 2007,











