A corrida está entre as modalidades mais procuradas por pessoas que desejam manter um estilo de vida ativo e cuidar da saúde física e mental. A atividade
é acessível, prática e democrática, sendo uma boa opção para quase todo mundo. Entretanto, antes de incluí-la no dia a dia, o ideal é procurar uma avaliação profissional e garantir um preparo adequado.
"A maioria das pessoas saudáveis, seja crianças ou idosos, pode praticar corrida, desde que iniciem de forma progressiva e com orientação adequada", diz Cleber Guilherme, técnico e especialista em corrida de rua.
Ela consiste em uma prática de alto impacto que "cobra" mais dos músculos, dos tendões e das articulações. Isso porque envolve uma fase aérea - em que os pés saem do chão - e uma aterrisagem, que resulta em maior força de contato com o solo a cada passada. Essa característica da atividade pede que o corpo tenha uma boa base de força, mobilidade e estabilidade.
Além disso, a corrida costuma ser mais interessante para quem já tem um bom condicionamento físico, uma vez que, durante sua execução, há uma maior exigência da parte cardiovascular e respiratória.
"A prática precisa ser adaptada conforme a condição física e os objetivos de cada um. Por isso, é importante contar com a instrução de um profissional de educação física", destaca ele.
A corrida é realmente para todo mundo?
É fundamental ter em mente que existem casos nos quais a corrida pode não ser a melhor alternativa, entre eles, quando há dores articulares, excesso de peso importante, lesões prévias ou outros diagnósticos que devam receber atenção redobrada.
"A corrida pode ser contraindicada em casos de lesões articulares graves, condições cardiovasculares não controladas ou problemas respiratórios severos, assim como em fases agudas de inflamações ou após cirurgia sem liberação médica", orienta Guilherme.
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