A Netflix divulgou nesta segunda-feira (8) a primeira imagem oficial de Scooby-Doo: A Origem, série live-action baseada na clássica franquia de mistério.
A prévia chamou a atenção dos fãs por apresentar pela primeira vez o visual do icônico cão em versão realista. Com estreia prevista para 2027, a produção promete contar como surgiu o grupo de investigadores que mais tarde ficaria conhecido como Mistério S/A.
No teaser divulgado pela plataforma, a cena é mostrada a partir da perspectiva do próprio Scooby. Escondido em uma área de mata, o filhote acaba sendo encontrado por Salsicha (Tanner Hagen), com quem cria uma conexão imediata.
Usando sua tradicional coleira azul, o cachorro demonstra entusiasmo ao reencontrar o jovem, em uma sequência que destaca a amizade entre os dois personagens.
A novidade marca uma mudança importante para a franquia. Diferentemente das adaptações cinematográficas dos anos 2000, nas quais Scooby-Doo foi criado digitalmente por meio de computação gráfica, a nova série utiliza um cachorro de verdade para dar vida ao personagem.
A trama acompanhará os personagens ainda adolescentes, durante um acampamento de verão, segundo a sinopse. O encontro com um filhote de dogue alemão perdido leva Salsicha e Daphne (Mckenna Grace) a investigarem um suposto assassinato sobrenatural.
Ao lado de Velma (Abby Ryder Fortson) e Fred (Maxwell Jenkins), eles passam a desvendar um mistério que revela segredos e coloca o grupo diante de uma ameaça cada vez maior.
O ator Paul Walter Hauser também integra a produção, que segue em fase de gravações. Confira o teaser:
Qual a raça do cachorro na série da Netflix?
Além da novidade de ver Scooby-Doo interpretado por um cachorro real, um detalhe do visual do personagem também chamou a atenção dos fãs mais observadores. Diferentemente da versão animada, que tradicionalmente aparece com as orelhas erguidas, o cão escolhido para a série surge com as orelhas naturalmente caídas.
A mudança tem relação com características da própria raça dogue alemão, conhecida internacionalmente como Great Dane. Historicamente, exemplares da raça costumavam passar por um procedimento cirúrgico para deixar as orelhas em pé, prática que também foi comum entre cães como dobermans e pit bulls. O hábito surgiu há séculos, quando os animais eram utilizados na caça, mas permaneceu ao longo do tempo por motivos estéticos.
Atualmente, o corte de orelhas é alvo de críticas de veterinários e organizações de proteção animal, que consideram o procedimento desnecessário quando realizado apenas por questões visuais.











