Luciana Gimenez explicou por que vendeu o tríplex de luxo avaliado em R$ 70 milhões que dividia com o ex-marido, Marcelo de Carvalho, e decidiu continuar
morando de aluguel. Em entrevista ao canal de Maya Massafera no YouTube, a apresentadora disse que a negociação demorou anos para ser concluída e negou que tenha recebido uma quantia tão alta quanto a especulada publicamente.
Segundo Luciana, o imóvel ficou muito tempo no mercado porque exigia um comprador com algumas características. "Não tinha briga. Só demorou a vender porque tem que ser uma pessoa específica para comprar", afirmou.
Ela também rebateu rumores sobre o valor final da venda, porém não revelou o valor da negociação. "Li até que tinha vendido por milhões de dólares. Se fosse, eu não estava nem aqui. Não foi isso, não sei de onde as pessoas inventam", despistou.
O tríplex fica no condomínio Parque Cidade Jardim, em São Paulo, e estava à venda desde a separação de Luciana e Marcelo, em 2018. O imóvel passou por sucessivas revisões de preço e acabou vendido depois de cerca de sete anos no mercado. Segundo o Portal Leo Dias, o pai de Neymar Jr. teria sido o comprador do apartamento.
Luciana explicou ainda por que optou por não comprar outro imóvel. Em vez disso, preferiu alugar um apartamento no mesmo prédio em que já vivia. "Vendi o apartamento, moro do lado. É alugado. Não tenho esse apego hoje, não penso em comprar algo só meu. Qual a vantagem de comprar apartamento?", declarou.
A apresentadora disse que hoje prefere manter o dinheiro aplicado e também levar em conta a possibilidade de uma mudança de estilo de vida no futuro.
Na entrevista, ela citou inclusive o tamanho da antiga cobertura como um fator para essa decisão. Segundo Luciana, a rotina pode mudar se os filhos resolverem seguir caminhos diferentes, o que torna menos lógico manter um imóvel tão grande.
A cobertura é o resultado da junção de dois apartamentos e, de acordo com anúncios imobiliários, tem 1.388 m², sete suítes, adega, estúdio de música, sala de jogos, cinema privativo, 12 vagas de garagem, além de condomínio acima de R$ 34 mil e IPTU superior a R$ 13 mil mensais.












