Ahistória de Michael nos cinemas ainda está longe de acabar e agora isso deixou de ser apenas especulação. A Lionsgate confirmou oficialmente que a sequência
da cinebiografia sobre Michael Jackson está em desenvolvimento e já começou a tomar forma nos bastidores.
A novidade foi revelada por Adam Fogelson, chefe de filmes do estúdio, durante participação no podcast The Town with Matt Belloni. Segundo ele, o projeto não só vai acontecer, como já está em fase inicial de reuniões.
De acordo com Fogelson, o cronograma ainda depende da agenda do diretor Antoine Fuqua, responsável pelo primeiro longa. A previsão é que as filmagens comecem ainda este ano ou, no mais tardar, em 2027.
Dirigido por Fuqua, Michael acompanha a trajetória do cantor desde os tempos do Jackson 5 até o início da carreira solo. A produção já dava sinais de que não contaria a história completa em apenas um filme, algo que agora se confirma com o avanço da sequência.
No elenco, Jaafar Jackson, sobrinho do artista, interpreta o Rei do Pop. O time também inclui Colman Domingo e Nia Long como os pais de Michael, além de Miles Teller, Laura Harrier e Derek Luke.
Por enquanto, novos detalhes sobre a trama da sequência ainda não foram divulgados. Mas, se a primeira parte vai até o fim dos anos 80, a sequência teria muito conteúdo para explorar. Estamos falando de fases icônicas (e também polêmicas), como:
- A era Dangerous e a Dangerous World Tour
- O álbum HIStory e seu impacto global
- A criação do rancho Neverland
- O famoso show do Super Bowl
- A passagem pelo Brasil
- E, claro, as controvérsias dos anos 90 e 2000
Mas aqui entra um ponto delicado: o primeiro filme já passou por mudanças justamente para evitar questões jurídicas ligadas às acusações enfrentadas por Michael nos anos 90. Isso levanta dúvidas sobre como ou se esses temas serão abordados em uma possível continuação.
O que a CAPRICHO achou do filme?
A CAPRICHO já assistiu ao filme e te conta: a produção aposta em um recorte específico da vida de Michael, focando na construção do ícone até o auge da era Bad. A escolha funciona em partes, mas também levanta questionamentos sobre o que ficou de fora.
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