Entre as tendências de sapatos polêmicos do momento, está um híbrido entre tênis e sandália originalmente lançado em 1996, o Nike Air Rift, que voltou
a bombar no street style. Seu design é controverso por ter uma divisão entre o dedão e os demais dedos do pé, como a Tabi da Maison Margiela, e foi inspirado em corredores do Quênia que corriam descalços – inclusive o nome veio em homenagem ao Grande Vale do Rift, região queniana conhecida como berço dos maiores corredores de longa distância do mundo e que tem uma falha geológica que lembra a biqueira dividida.
Ele representa a primeira aposta da marca esportiva na categoria de calçados que priorizam a mobilidade natural, e a divisória na parte da frente ajuda a criar uma articulação entre o dedão e o segundo dedo do pé do corredor, que, por sua vez, contribui para um movimento mais natural a cada passada.
A peça foi relançada no ano passado, antecipando seu aniversário de 20 anos, e, desde então, ganhou novas versões que conquistaram fashionistas. Uma das mais recentes, lançadas em 2026, vem com uma estampa de poá, tanto em uma roupagem mais básica em preto e prata ou branco, como em uma proposta divertida em rosa e laranja.
E a galera tem usado o tênis-sandália em propostas que agradam diferentes estilos, como aquelas que envolvem escolhas oversized e abraçam o streetwear (como calças baggy), com meias coloridas, saias longas e até conjunto de alfaiataria. Olha só:
O Nike Air Rift ainda não veio para o Brasil e existem pouquíssimas unidades à venda na Farfetch, e-commerce que trabalha com importação, por valores que partem de R$ 1,5 mil.
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