A conquista da Copa do Mundo de 2026 pela Seleção da Espanha, que venceu a Argentina de Lionel Messi neste domingo 19 com um gol de Ferran Torres na prorrogação, renderá um bônus de alguns milhares de dólares
para cada jogador. Pelo bicampeonato mundial, a federação espanhola de futebol receberá da Fifa um prêmio de 50 milhões de dólares (cerca de 250 milhões de reais pelo câmbio atual). Segundo o jornal esportivo espanhol Diario AS, 45% desse total será distribuído entre os 26 jogadores que participaram do torneio.
Isso significa que 22,5 milhões de dólares serão repartidos, o que dá 865 384 dólares (cerca de 4,3 milhões de reais) por atleta. É claro que isso é apenas uma fração do que os principais nomes da Espanha ganham por ano jogando por seus clubes. O lateral direito Lamine Yamal, por exemplo, recebe um salário-base de 18 milhões de dólares por ano do Barcelona, o que representa cerca de 350 000 dólares por semana. Segundo o Diario AS, o contrato de Yamal também prevê gratificações e bônus por desempenho que podem elevar o valor total para 25 milhões a 30 milhões de dólares anuais. Com 19 anos recém-completados, o atleta também conta com contratos de patrocínio de marcas de peso como a Adidas, a OPPO e a Powerade.
Já Rodri, capitão da Espanha e eleito o melhor jogador da Copa do Mundo de 2026, recebe um salário-base de 11,4 milhões de libras por ano (cerca de 78,2 milhões de reais) para atuar no meio-campo do Manchester City. Para os pobres mortais que assistiram à Copa do sofá de casa, é uma bolada de dinheiro, mas Rodri é apenas o terceiro jogador espanhol mais bem pago da atualidade. Mesmo na liga inglesa, onde atua, seu salário é apenas o 22º maior e fica atrás do de companheiros de sua própria equipe. O centro-avante Erling Haaland, que integrou a Seleção da Noruega responsável por eliminar o Brasil da Copa nas oitavas de final, ganha 27 milhões de libras por ano no Manchester City.













