Um ano após a sua partida, a trajetória artística e de vida de Preta Gil serão tema de dois lançamentos, no streaming e na TV aberta.
Hoje (20), a Globoplay começa a exibir a série documental original Meu
Nome é Preta, com o primeiro episódio aberto para não assinantes.
Os demais episódios serão lançados semanalmente, com o capítulo final marcado para o dia 8 de agosto, data que marca o aniversário da artista.
Além disso, a TV Globo exibe o documentário Preta - Eu Não Ando Só, hoje, após a novela Quem Ama Cuida. O filme integra o projeto da emissora Quanto Mais Preta Melhor – que nasceu de um pedido da própria artista e foi realizado com imagens de celular gravadas por ela e por amigos, durante o tratamento.
Preta - eu Não Ando Só tem direção artística de Monica Almeida, direção de Sandra Kogut, roteiro de Renato Terra, produção executiva de Fernanda Neves e produção de Elaine Sá.
Série da Conspiração
Dividida em quatro episódios, a série Meu Nome é Preta, assinada pela Conspiração Filmes, tem direção assinada por Mini Kerti e promete emocionar: o primeiro episódio estará disponível inclusive para quem não é assinante da plataforma de streaming.
A narrativa foi construída como um mosaico de memórias. A própria Preta conduz o espectador, "dialogando" com o público por meio de um rico material de arquivo que resgata entrevistas dadas por ela ao longo da vida.
A infância na Bahia ganha contornos íntimos com filmes raros em Super 8 ao lado dos pais, Gilberto Gil e Sandra Gadelha, além de registros comoventes com o irmão Pedro Gil, falecido em 1990.
"Fizemos um recorte que narra sua vida a partir dos acontecimentos marcantes que mudaram seu rumo: a morte do irmão mais velho ainda na adolescência, o primeiro disco em que posou nua na capa, a criação da Noite Preta, depois o Bloco da Preta", detalha a diretora Mini Kerti.
Além de relembrar momentos marcantes como a maternidade, o faro empresarial e a paixão avassaladora pelo Carnaval, o documentário joga luz sobre o pioneirismo de Preta nos anos 2000.
A produção recupera os embates públicos enfrentados pela cantora, que desafiou tabus da época ao levantar bandeiras sobre corpo, orientação sexual e diversidade bem antes de o assunto virar pauta central na internet.
O time de depoimentos — que funcionam como verdadeiras cartas de amor — é de peso. Entre os familiares e amigos que ajudam a recontar essa história estão Carolina Dieckmann, Regina Casé, Ivete Sangalo, Gominho, Hugo Gloss, além de nomes como Fran Gil, Flora Gil, Bela Gil, Otávio Muller e Davi Moraes.







