Se, para a torcida, Endrick é tratado como o novo queridinho, dentro da Seleção Brasileira o cenário parece menos acolhedor, com suspeitas de afastamento do atacante do restante do grupo. A polêmica começou
quando Casemiro disse, antes da convocação final de Carlo Ancelotti , que o atacante de 19 anos "ainda não era do grupo" da Seleção da Copa do Mundo de 2026 e que "existem outros jogadores que estão à frente".
Na sequência, Casemiro tentou atenuar o impacto da fala, dizendo que buscava apenas proteger o atacante da pressão de um Mundial, mas o episódio seguiu repercutindo. Em campo, a entrada em Endrick durante os treinos alimentou as especulações de atrito interno.
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Fora das quatro linhas, Endrick vive outra realidade. O atacante ganhou projeção e apoio da torcida, no domingo, 7, após o amistoso contra o Egito, quando marcou o gol da vitória e reforçou a imagem de jogador decisivo. A leitura dos brasileiros é de um talento que já entrega resultado, ainda que nem todos dentro do vestiário pareçam compartilhar da mesma visão.
O Brasil chega à Copa do Mundo do México, Estados Unidos e Canadá carregando o peso de décadas sem título. Neste cenário, barreiras internas são um luxo que um time que almeja o hexacampeonato não pode se dar. Panelinha em vestuário de clube já é complicada. Panelinha na Seleção, no maior torneio de futebol do mundo, é uma irresponsabilidade coletiva.













