Colecionador de polêmicas que fizeram dele persona non grata em Hollywood, entre as quais comentários de cunho homofóbico e racista, além de uma acusação de abuso sexual, Mel Gibson, 70 anos, tenta dar
uma sacudida na biografia encarando mais uma vez a história de Jesus Cristo. Ele voltou aos sets como diretor e ator de A Ressurreição de Cristo, continuação do filme de 2004, que fará parte de uma trilogia. O papel de Cristo, que lá atrás foi feito por Jim Caviezel, o Jair Bolsonaro do polêmico filme Dark Horse, agora será do finlandês Jaakko Ohtonen. “Minha missão é contar o que acredito ser a história mais importante da humanidade”, diz Gibson, torcendo para que a película ajude a reabilitar sua imagem.
Com reportagem de Giovanna Fraguito
Publicado em VEJA de 29 de maio de 2026, edição nº 2997











