Com mais de 111 milhões de seguidores no Instagram, a influenciadora Virginia Fonseca está na mira da Polícia Federal, que investiga movimentações suspeitas, indícios de lavagem de dinheiro e uma suposta
conexão com o crime organizado. Detalhes da investigação foram divulgados na noite de ontem, no Domingo Espetacular.
Em nota ao programa da Record, a equipe de Virginia afirma que a WePink se consolidou através de quiosques físicos de cosméticos, instalados em grandes shoppings e, por isso, recebe muitos pagamentos em dinheiro, “como é padrão no comércio varejista”. “Esses depósitos são individualizados por pontos de venda e conciliados diariamente com fechamento de caixa e emissão de cupons fiscais", afirma a nota.
A defesa da influenciadora também negou qualquer ilegalidade nas operações financeiras de suas empresas, afirmando que “identificar movimentação atípica em relatório financeiro não significa, por si só, existência de irregularidades".
Sobre a suposta ligação com o PCC, a nota atesta que Virginia e seus negócios não têm qualquer relação com Karen Mori (viúva de um dos chefes da facção, e ex-sócia dos seus atuais sócios) ou com o crime organizado: "A WePink foi fundada em 2021 de forma independente, sem qualquer vínculo com a Pink Lash, a exceção dos dois sócios de Virginia", aponta o comunicado, dizendo que a empresa tem estrutura própria, governança, auditoria independente e atuação totalmente regular. A nota também atesta que a relação de Mori com os sócios de Virginia “ocorreu exclusivamente no âmbito da Pink Lash”.











