Há exatos oito anos foi aprovada a Placa Mercosul para os nossos automóveis. Carros emplacados antes dessa decisão e que não foram transferidos de município
permanecem até hoje com a placa antiga.
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A nova placa aumenta o número de combinações e não constam o município nem o estado em que o carro foi registrado. O que não muda muito para fiscalização, pois hoje tudo é eletrônico. O agente policial tem, eletronicamente, informações instantâneas sobre o carro e seu condutor.
Mas corre na Câmara dos Deputados um projeto de lei para incluir município e estado de origem do carro. Se for aprovado pelo Congresso e sancionado pelo presidente, teremos mais uma inútil facada no bolso do motorista.












