O SUV que a Hyundai vai fabricar no Brasil a partir do ano que vem já tem cara definida. Isso porque a nova geração do Bayon foi revelada nesta semana
no Salão de Paris.
Por aqui, o utilitário será produzido em Piracicaba (SP) e ficará abaixo do Creta, para disputar espaço com Volkswagen Tera, Fiat Pulse, Renault Kardian e Jeep Avenger.
Segundo o Jornal do Carro, a Hyundai pretende usar a Copa do Mundo Feminina de 2027, que será disputada no Brasil, como vitrine do lançamento, repetindo o que fez com o i20 na Copa masculina deste ano.
Visual inspirado no Tucson
O Bayon abandonou as formas discretas da primeira geração, lançada na Europa em 2021, e adotou a mesma linguagem de design do novo Tucson. Na dianteira, o crossover exibe luzes diurnas afinadas, capô elevado e para-lamas salientes.
Pela primeira vez, a linha terá a versão esportiva N Line, com kit aerodinâmico próprio, rodas de 18 polegadas, ponteiras duplas de escape, costuras vermelhas e pedais metálicos.
Com 4,25 m de comprimento, o Bayon teve o entre-eixos esticado em 2 cm, para 2,6 m. O porta-malas leva 440 litros.
Entre os opcionais estão duas telas de 12,3″, teto solar panorâmico, som Bose, bancos com ventilação e a chave digital Digital Key 2, que destrava e liga o carro pelo celular.
Versão híbrida estreia na Europa
No mercado europeu, o SUV terá motor 1.0 turbo de três cilindros com 90 cv ou 115 cv, combinado a câmbio manual de seis marchas ou automatizado de dupla embreagem e sete marchas.
A principal novidade, entretanto, é a primeira versão híbrida da linha. O motor 1.6 híbrido com 138 cv dispensa recarga na tomada, usa câmbio de dupla embreagem de seis marchas e permite ajustar a regeneração de energia nas frenagens por borboletas atrás do volante.
As vendas na Europa começam no início de 2027.
Para o Bayon nacional, a expectativa é o motor 1.0 turbo flex com 115 cv e 17,5 kgfm, já usado no i20 e no Creta. A Hyundai ainda não confirmou motorização, versões, preços nem se a opção híbrida virá ao país.











